Lançamento do livro “De baixo para cima e da periferia para o centro” (03/12/2014)

No dia 03 de dezembro será feito o lançamento do livro “De baixo para cima e da periferia para o centro” , no  Programa de Pós-Graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade da UFRRJ (CPDA), 18:30 h. O endereço é avenida presidente vargas 417, 6o andar.

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O livro organizado pelo docente do CPDA Andrey Cordeiro Ferreira e por Tadeu Bernardes de Souza Toniatti, ambos são integrantes do Núcleo de Estudos do Poder (NEP/CPDA), reúne textos inéditos de Bakunin em português, documentos completos da organização secreta e livros como “O Império Knuto-Germânico e a Revolução Social” e “Considerações Filosóficas”. Bakunin foi, junto com Proudhon, o principal teórico do anarquismo no século XIX e suas ideias continuaram a ter importância central na primeira metade do século XX em todo o mundo.

O livro já se encontra disponível para compra. O preço é de R$ 75 e os livros podem ser adquiridos pelo site  por meio do formulário abaixo, com despesas postais por conta do comprador.  Depois do pedido realizado enviaremos informações de pagamento.

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Em Breve lançamento do livro “De baixo para cima e da periferia para o centro”

Em breve será lançado o livro “De baixo para cima e da periferia para o centro”, textos de Mikhail Bakunin, obra organizada pelo NEP. O livro reúne textos inéditos e na íntegra, obra inovadora no Brasil. Aqui uma rápida divulgação.

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Reunião dos Grupos de Estudo (Setembro 26 Sexta-feira)

Na primeira reunião do nosso grupo de estudos tivemos a oportunidade de fazer algumas reflexões introdutórias. No GE Pensamento e Práticas Insurgentes, discutimos a importância de uma historia e uma analise política feita “de baixo para cima”, e como o conceito de infra-política de James Scott pode nos ajudar a entender formas  de resistência e insurgência no Brasil contemporâneo. Na próxima reunião iremos discutir os movimentos multitudinários de junho de 2013 e questões teóricas associadas ao mesmo: qual o caráter de classe dos protestos? Eles apontaram para uma guinada conservadora da sociedade brasileira? A partir de dados da pesquisa “Luta de Classes e Insurgências no Brasil” (NEP) e da leitura crítica do livro “Cidades Rebeldes” realizaremos uma discussão crítica sobre esses pontos. Além disso iniciaremos um trabalho de organização dos “Arquivo das Insurgências”, realizando um trabalho de coleta e organização de formas de protesto surgidas em Junho e sua análise (organizando e analisando clippings de jornais, fotos, vídeos e etc.). No GE Conflitos Socioambientais  debatemos alguns temas centrais para análise da relação entre natureza e sociedade, especialmente a necessidade romper com o dualismo e considerar a sociedade humana como parte do mundo natural, englobada numa permanente dialética natureza/sociedade. Para isso é preciso recuperar a noção de “luta pela existência” como um fator chave que explicita as relações no mundo natural e no mundo social, sendo que não somente as sociedades  humanas, mas todas as espécies vivas participam da luta pela existência. Ao mesmo tempo, essa luta pela existência assume na história as formas de lutas sociopolíticas e socioambientais pelo controle do “mundo natural”. Hoje uma das principais formas dessa luta pela existencial é a luta pelos recursos energéticos, que explicita o caráter contraditório do próprio capitalismo (que para manter seu processo de acumulação precisa diminuir o custo energético, e para isso demanda mais energia). Na próxima reunião discutiremos como a antropologia ecológica pode auxiliar na compreensão dessa contradição (Usaremos o texto “Adaptabilidade Humana: uma introdução à antropologia ecológica” de Emilio Moran, p. 47-92). Também iniciaremos o trabalho de organizar um Observatório do Desenvolvimento e dos Conflitos Socioambientais, para organizar e analisar documentos da política de desenvolvimento, especialmente o PAC e outras estratégias globais e monitorar os conflitos em torno dessas estratégias.

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No dia 05 de agosto de 2014 ocorrerá o lançamento do livro ” Tutela e Resistência Indígena: etnografia e história das relações entre os Terena e o Estado brasileiro”, na Reunião Brasileira de Antropologia em Natal, Rio Grande do Norte.

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Autor: Andrey Cordeiro Ferreira (UFRRJ)

Editora: EDUSP

Neste estudo, Andrey Cordeiro Ferreira analisa as relações de dominação e resistência política estabelecidas entre os índios Terena e o Estado, através de um modelo crítico de etnografia. O enfoque principal é o estudo da mudança social nos processos e relações de poder no início do século XXI na terra indígena Cachoeirinha, localizada no Mato Grosso do Sul. O estudo etnográfico e das fontes históricas acerca da sociedade Terena levou o autor a perceber uma política de resistência dos indígenas ao regime tutelar, talvez a principal forma de dominação operante em relação aos índios. Segundo o autor, as formas de luta política e de resistência indígena remetem sempre, em termos simbólicos e práticos, a essa estrutura de dominação. O livro fornece também elementos para uma interpretação de processos políticos e socioculturais que afetam a grande maioria da população indígena brasileira.

05/08/2014 Horário 20:15h 

SESSÃO A, Anfiteatro A do CCET – UFRN

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Curso de Extensão: Desenvolvimento capitalista e conflitos no Brasil: a questão social depois do levante popular de 2013

 Título:

Desenvolvimento capitalista e conflitos no Brasil: a questão social depois do levante popular de 2013

Objetivo do curso

O objetivo do curso é apresentar dados e interpretações sobre a “questão social” no século XXI no Brasil, ou seja, pensar as principais contradições socioeconômicas e políticas, especialmente pensando o impacto do levante popular de junho de 2013 e o que ele explicita em termos de dinâmicas societárias. Ao mesmo tempo, queremos situar esses acontecimentos e problemas em face das interpretações clássicas da questão social (o liberalismo, o conservadorismo, o anarquismo e o comunismo). A metodologia do curso consistirá da discussão de textos, exibição de vídeos e análise de conjuntura através de método próprio apresentado durante o curso.

Público Alvo:

O público alvo do minicurso de extensão serão estudantes de ensino médio e graduação, ativistas e membros de movimentos sociais urbanos e rurais e sindicalistas. O objetivo do curso é popularizar certos debates e certos problemas a luz do que foi e vem sendo produzido dentro das universidades e pelas ciências sociais, colocando em diálogo a experiência recente das mobilizações do campo e da cidade e a produção cientifica, e a partir desse diálogo produzir novas formas de intervenção crítica.   O curso será dividido em dois módulos. Módulo 1:  “A questão social depois do levante popular de junho de 2013”: lutas coletivas urbanas.  Módulo 2:  “Conflito territorial e lutas socioambientais: camponesas, indígenas e quilombolas x grandes obras e projetos de desenvolvimento

Carga Horária: 8 Horas

 Novembro de 2013

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“Questão Agrária Clássica e Problemas do Capitalismo e Anticapitalismo” (12/09)

                A questão agrária surge no século XIX integrando reflexões sobre dois problemas maiores: o de desenvolver o capitalismo e de como desenvolver lutas anticapitalistas. Nesse sentido iremos situar como esse debate clássico influencia as formas de pensar o campesinato e a questão agrária contemporânea.

Texto Base

HEGEDOS,  ANDRÁS “A  questão  agrária” HISTÓRIA  DO MARXISMO  IV  O MARXISMO NA  EPOCA DA  SEGUNDA  INTERNACIONAL organizado Hobsbawm, Erics.  – RIo  de  Janeiro ‘  paz  e Terra.  1984.

Bibliografia Complementar

Fernandes, Rubem César Cardoso, Fernando Henrique. “Os dilemas do socialismo: A controvérsia entre Marx, Engels e os populistas russos”  (parte 2.3 e 2.4, PP.169-194), Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982

 

Ferreira, Andrey Cordeiro.   Trabalho e ação: o debate entre Bakunin e Marx e sua contribuição para uma sociologia crítica contemporânea. Revista Em Debate n. 4 (2010): 2º semestre 2010 – Artigos

 

Bakunin, Mikhail. Apendice. In: Estatismo e Anarquia. Editora Imaginario, 2003

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Espontaneidade, Cultura e Política….

Os inúmeros e múltiplos protestos (em forma, conteúdo) de junho no Brasil exigem uma reflexão sociológica. Este texto pretende apontar algumas hipóteses para arriscar uma interpretação dos protestos e de seu significado. O artigo Espontaneidade,  Cultura e Politica analisa as contradições sociais e políticas da sociedade brasileira e apresenta algumas hipóteses para pensar os protestos de junho de 2013 no Brasil.  Ler o Artigo Completo

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